DINÂMICAS PARA GRUPOS DE CRIANÇAS

22 de janeiro de 2009 às 10:51 | Publicado em Uncategorized | 1 comentário

Abra o Olho

Tema: Temos os olhos vendados para a violência?
Duração: 5 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.

Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um porrete de jornal. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste.
Assim que inicia a “briga”, o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.

A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

Sugestões de textos: Marcos 10, 46-52; Lucas 10 25 a 37 ou Lucas 24, 13-34.

Amigo Júlio
Leo F., 2003.

Tema: pecados da língua.
Duração: 5min (dia 1) + 20min (dia 2).
Público: jovens, mínimo 5 pessoas.
Material: nenhum.

Esta dinamica é sobre o poder da língua – leia Tiago 3. E tem como objetivo que as pessoas reflitam mais antes de fazer comentários sobre outros. Em todo ser humano existe a tendência de guardar na memória mais facilmente defeitos do que qualidades das pessoas. Uma fofoca ou um comentário maldoso ou impensado podem destruir a imagem e/ou a vida de alguém.

DIA 1:
O coordenador divide a turma em dois grupos. O grupo 1 sai da sala e o coordenador fala, ao grupo 2, sobre um personagem ficticio:
“Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é um fofoqueiro, impulsivo, mentiroso, teimoso, ordeiro, honesto e competente.”

Depois fala ao grupo 2, sem que o grupo 1 ouça, só que inverte a ordem das qualidades e defeitos:
“Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é muito competente, honesto, ordeiro, teimoso, mentiroso, impulsivo e fofoqueiro.”

Após estes 2 momentos, informe a ambos os grupos que na próxima reunião a atividade será concluida.

DIA 2:
No próximo encontro, pergunte as pessoas se lembram do seu “amigo Julio”. É surprendente como as pessoas lembrarão em primeiro lugar os defeitos.

Deixe que os participantes tirem suas próprias conclusões ou faça a leitura do texto sugerido acima e estimule a discussão.

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1 comentário »

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  1. eu achei esta dinamica da lingua muito legal, ela nos leva anterde que todos nos temos defeitos mas nos não pordemos olhar só os defeitos dos outros mas olhar pricipalmente as nossas virtude


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