Sugestões para líderes e professores da Escola Dominical

13 de abril de 2010 às 2:32 | Publicado em Uncategorized | 18 Comentários

Pra vc coordenadora de Departamento Infantil, trate sempre com carinho sua equipe:

Seria bom que vocês fizessem planos para que o domingo se prolongasse. Estas são algumas sugestões que podem ser de ajuda:

1.      Torne cada parte da Escola Dominical tão viva, significativa e interessante que as crianças não consigam esquecê-la durante a semana.

2.      Torne precioso cada minuto da Escola dominical.

3.      Assegure-se de que ao as crianças deixarem a classe da Escola Dominical saibam qual é seu alvo ou tarefa espiritual para a semana seguinte. Elas poderiam escrevê-lo.

4.      Vez por outra, contate a criança durante a semana. Pergunte como ela está passando e lembre-a do alvo para a semana.

5.      No início do programa, a cada semana, peça a várias crianças para contarem a respeito de como cumpriram o alvo ou a tarefa da semana. Logo a memória delas irá melhorar e irão levar a sério seu alvo.

RENOVAÇÃO DA SALA DA EBD

1.      Verifique quanto tempo faz desde que a sala foi pintada pela última vez. Se necessário, veja que as paredes sejam pintadas. Ou, se não for possível, procure lavar as paredes, o chão, mesas e cadeira, etc.

2.      Avalie detidamente toda as figuras – de feltro e impressas. Os cantos estão amassados, o papel está amarelado? As pessoas retratadas são de décadas atrás? Se este for o caso, comece a buscar materiais novos e atualizados.

3.      As flores de plástico realmente indicam a idade de sua sala. Elas são de fato necessárias? Será que poderiam ser substituídas por plantas verdadeiras ou por flores de seda?

4.      Dê uma boa olhada nas cortinas e nas janelas. Elas permitem a entrada suficiente de luz? Será que uma cortina nova e mais clara não daria maior luminosidade? As crianças ficam de frente para as janelas? Se este for o caso, veja que fiquem de costas para a janela.

5.      Sua sala possui um mural ou outra estrutura similar bonita? Veja se há necessidade de reformulá-lo.

SUGESTÕES PARA OS MOMENTOS DE LOUVOR

As crianças de todas as idades ainda gostam de cantar – assim como o faziam as crianças das décadas de 1950 e 1960. Hoje, há muitos mais hinos disponíveis. Estas são algumas sugestões para tornar os momentos de louvor mais significativos em sua Escola Sabatina:

1.      Escolha um repertório de 15 a 20 hinos para serem cantados na Escola Sabatina até que as crianças saibam cantá-los bem. Inclua, pelo menos, cinco hinos novos a cada ano. Ensine um hino por vez.

2.      Proveja a letra para as crianças que sabem ler, mas incentive-as a memorizarem a letra o quanto antes possível.

3.      Incentive as crianças a cantarem bem e elogie-as por isso.

4.      Introduza variedade na forma de cantar ao, de vez em quando, ver que um verso seja cantado em solo ou ao pedir que os meninos cantem um verso e as meninas outro.

5.      Se possível, utilize instrumentos. Talvez uma ou mais crianças na sala saibam tocar.

6.      Incentive os estilos musicais ponderados e reverentes. Elogie as crianças, as fileiras ou seções que estão cantando bem.

SUGESTÕES PARA MOSTRAR APRECIAÇÃO

Estas são algumas expressões de agradecimento que podem ajudá-lo em seu esforço de demonstrar apreciação por aqueles que trabalham com você, quer sejam remunerados, voluntários ou pais:

Uma vela: “Obrigado por deixar sua luz brilhar”.
Um potinho com balas de goma: “É muito gostoso trabalhar com você”.
Cesta com frutas: “Para alguém cheio dos frutos do Espírito”.
Pão feito em casa: “Obrigado por ser o fermento do reino de Deus”.
Vidro com suco de uva: “Obrigado por sua efervescência”.
Depois do período de férias ou ausência, anexe um cartão a uma lixa: “Foi difícil sem a sua presença”.
Escreva uma mensagem de agradecimento no verso da foto onde mostra a pessoa em ação.
Uma caneca com guloseimas.
Uma camiseta de “obrigado” decorada pelas crianças.
Diário para registrar as lembranças durante o ano.
Cesta com chás diversos.
Um vasinho de flores.
Bolsa/pasta para carregar o material da igreja.
Avise as pessoas que você está orando por elas.
Avental (para a pessoa que deu aulas de culinária para as crianças).
Cartão personalizado de A a Z (Atencioso, Bem-disposto, Camarada, etc.).
Descubra o doce, música, flor –  preferida da pessoa. Dê um presente inesperado.
Na igreja, vez por outra, faça reconhecimento público.
Realize, a cada bimestre, reuniões de treinamento sobre tópicos diferentes: idéias, disciplina, etc.
Observe como a pessoa alcança as crianças e felicite-a por isso.
Coloque no mural uma mensagem de agradecimento.
Faça pegadas humanas em cartolina, anote os nomes dos voluntários, e coloque-as na direção de um cartaz de agradecimento.
Sorria e ria com freqüência.
Empregue sua criatividade e acrescente itens a esta lista. A última sugestão aqui: Deixe as pessoas saberem que você as aprecia.

Feryl Moorhouse Harris é Diretora dos Ministérios da Criança da Associação Mountain View e defensora das crianças e dos líderes dos ministérios das crianças.

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 5.]

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Como levar as crianças a vivenciarem as histórias

13 de abril de 2010 às 1:29 | Publicado em Uncategorized | 3 Comentários
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Como Contar Histórias a Crianças Pequenas

“…vocês devem brilhar como as estrelas no céu, entregando a eles a mensagem da vida” (Filipenses 2:15, 26, BLH).

“Gostaria que todos vocês sentassem com as pernas cruzadas e se assentassem sobre elas, a fim de que seus pés não sejam vistos. Assim como eu estou fazendo. Veja se você consegue esconder seus pés, João. Muito bem. Agora irei contar-lhes uma história maravilhosa a respeito de um menino cujos pés estavam há tantos anos quebrados que ele não conseguia correr ou saltar ou brincar. Ele tinha de sentar-se assim como estamos agora – porém, não por alguns instantes, mas o tempo todo. Seu nome era Mefibosete”.

Fazer com que as crianças vivenciem a história exige participação ativa de todos os sentidos: tato, olfato, visão, audição, paladar e emoções. Requer toda a energia e concentração que você pode reunir a fim de que o sucesso venha na proporção direta do quanto você investiu na história. Quando a história se torna viva, você verá fascínio em dezenas de olhos atentos, irá se alegrar ao ver que a atenção está na história e que as conversas paralelas cessam. Seus ouvintes devem distanciar-se da sala da Escola Sabatina enquanto caminham lado a lado pelas ruas poeirentas com Jesus, com Rute, Paulo, Eva, Davi.

Para ser bem-sucedido ao contar a história, damos algumas sugestões:

1. Busque a mensagem central da história e escreva-a em uma única sentença. Repita essa sentença várias vezes durante a história a fim de que as crianças a memorizem. Na história de Mefibosete, a mensagem central é: “Embora você possa se sentir como um cão morto, vindo de “lugar nenhum”, Deus o vê como um de Seus filhos favoritos”.

2.   Leia a história e atente para os momentos sensoriais. Como Mefibosete sentiu a diferença ao trocar suas roupas ásperas pelas roupas de seda de um príncipe? Qual era o aroma do palácio? Como o cheiro era diferente de sua casa em Lo-Debar? De que cores eram as cortinas nos aposentos do palácio? Descreva o som da voz do rei Davi. Como sua voz soava a Mefibosete?

3.   Busque os detalhes da história. Onde ficava Lo-Debar? Por que Mefibosete estava escondido lá? Qual é o significado do nome da cidade? Quem o escondeu lá? Por que ele se sentia como um “cão morto”? Como ele imaginava que Davi iria tratá-lo? As respostas a perguntas como essas irá encher sua história com detalhes fascinantes que a tornam mais verossímil, pessoal e real. Sua melhor fonte de pesquisa inclui livros sobre a vida e tempos bíblicos, comentários bíblicos, dicionários bíblicos e notas marginais de seu estudo da Bíblia. Mantenha seus olhos abertos aos detalhes que poderiam chamar a atenção das crianças e levá-las a se maravilharem.

4.   Escolha palavras sensoriais e use-as de forma descritiva. Enquanto seca a testa e sorve longamente a água do copo, dê um suspiro profundo e diga: “Mefibosete vivia em uma cidade quente e poeirenta”, as crianças deveriam sentir-se suadas e com sede. Algumas delas de fato irão imitar seus gestos e suspirar junto com você. Quando o rei Davi coloca Mefibosete para sentar-se à sua mesa, descreva como as almofadas eram macias, o cheiro delicioso da comida e o sabor gostoso do suco fresco de maçã.

5.   Envolva os sentidos das crianças. Faça-as sentarem-se como Mefibosete se assentava, com os pés que não podiam caminhar, escondidos sob o corpo. Faça com que encenem como se estivessem com medo do rei, assombrados com a vista a Jerusalém, repelido por cheirar como um cão morto, e admirados com o alimento delicioso na mesa de Davi.

6.   Esteja preparado para as respostas das crianças. As crianças gostam tanto de participar quanto de ouvir. Se a sua história for bem-sucedida, as crianças terão se envolvido e estarão buscando retratos de sua própria vida ao sua história repassar o vídeo da vida de Mefibosete. Quando você descreve os sentimentos de tristeza dele, “como um cão morto”, esteja preparado pois a criança irá desejar falar a respeito de seu bichinho de estimação que morreu. Outra poderá lembrar-se de haver caminhado por um lugar poeirento e quente e outras ainda desejarão falar a respeito de seus alimentos prediletos – “assim como Mefibosete à mesa do rei”. Quando a criança o interrompe para descrever algo de sua própria vida, ouça, reafirme e então ligue o comentário à sua história. “Lucas, estou triste de que você já tenha caminhado por um lugar poeirento e quente. Foi assim que Mefibosete se sentiu quando teve de deixar o palácio onde vivia com seu pai. Mas, quando Mefibosete chegou em Lo-Debar …”

7.   Ore para que Deus capacite sua imaginação a fim de que seja capaz de contar a história de forma honesta, clara e interessante. Quando findá-la, peça às crianças para resumi-la. Portanto, quando vocês estão realmente tristes e sentem como se ninguém se importasse, que sentimentos Deus tem por vocês? Ouça-lhes a resposta e então use sua mensagem central para consolidar o significado da história na mente das crianças.

Acima de tudo, lembre-se de que ao contar a história você está sendo a voz de Deus, descrevendo-Lhe o caráter às crianças.

[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro-março de 2005, pp. 6-7.]

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